Impressões
Pink Floyd…
O filme The Wall foi inspirado no disco do mesmo nome, de 1979, do grupo inglês Pink Floyd. Disco obra-prima, que está comigo entre os seletos na estante, mas o filme… eu só vi agora, vinte e sete anos depois.Entre esta época e a passada muitos tijolos ainda foram recolocados em muros que caíram, explodiram ou derrubaram. E estamos ainda assim, nem tanto à vista, nem tão camuflados. Com muitas animações, entre elas a da bandeira que tem a cruz de São Jorge (bandeira da Inglaterra). Parte da bandeira se desfaz e fica a cruz vermelha, cuja cor transforma no sangue que escorre da cruz/crucifixo para a sarjeta.
Apresenta cenas do início dos anos 50, quando a mãe pode deixar o filho que teria mais ou menos sete anos de idade, em um parque, sozinho, e foi fazer compras. Este se juntou a estranhos (falou com estranhos), ficou por ali, enquanto a esperava. Nada de mal aconteceu ao garoto. Hoje em dia isso não ocorre.
Entre cenas dramáticas, a atitude cruel do professor que perseguia e constrangia o aluno. A problemática pessoal do professor é mostrada no filme em cena que ele aparece com a mulher. Na relação professor/aluno, as situações andam bastante críticas na atualidade. Existem atitudes muito radicais. Por quê?
Quanto ao Meio Ambiente…: Nada de jogar bichos mortos nos riachos, hem?
Narrativa em flashback, não linear, a relação mãe e filho me faz lembrar do filme espanhol “Os olhos da cidade são meus”, de Bigas Luna, 1987.
Pink Floyd…
Filme The Wall, Inglaterra, 1982, dirigido por Alan Parker; roteiro Roger Waters.
The Wall para mim é atualissimo justamente porque remonta o stress da vida cotidiana, a pressão emocional nas relações ” obrigatórias” e cheias de significados do indivíduo: família, escola e patria. Não sou da área mas dai a grande sacada em fazer o filme em flash back.. reflexão dos sentimentos passados e presentes. Parabéns pelo blog Ana. Está ótimo. Queremos ler e aprender muito mais com você.
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