Dor e Gloria

Intrometer no EU de alguém é uma ousadia. Este EU de Almodóvar me levou ao mEU, e logo após o filme, dei espontaneamente um abraço em minha mãe. Esta, diferente da mãe de Almodóvar, não quer me acompanhar para outra cidade, não quer ir para onde também moro espiritualmente e às vezes fisicamente. Tenho que... Continuar Lendo →

Misery

Entre as cenas da nevasca há uma sequência do escritor com sua editora, que representa para a literatura e também no filme uma volta ao passado para dizer “foi isso que aconteceu antes”. Para quem gosta de ruídos especiais, disse ruído e não efeitos, observe o primeiro, na entrada do filme, antes da primeira imagem.... Continuar Lendo →

8 Dias – minissérie

Esta minissérie alemã me fez lembrar um filme também alemão, de Win Wenders, “Até o fim do mundo” (Until the end of the world, 150 min, 1991). Este filme mostra uma visão futurista no decurso da mudança do milênio, 1999-2000. A ligação que faço tem a ver com o enfoque catastrófico de um fim de... Continuar Lendo →

Yesterday

ONTEM, HOJE E AMANHÃ Se perdemos o referencial do passado, o presente/futuro fica vazio e nesse mundo não há espaços para o nada.  É uma ilusão achar que as coisas são o que são, elas se tornam aquilo que acreditamos. Mas, não é falso acreditar que vivemos num mundo cada vez mais mentiroso. Ou, não... Continuar Lendo →

Curta metragem, dois filmes

Dois filmes de curtas metragens que assisti num recente festival falam do comportamento humano em relação a filhos ainda crianças. Ambos mostram a fragilidade infantil perante aos adultos. Por exemplo, no curta americano PELE, o menino convive com os pais que praticam tiro ao alvo e têm armas de fogo em casa. Em um dado... Continuar Lendo →

ROMA, de Alfonso Cuarón

Um pouco de AMOR. Para muitos letristas e poetas o amor tem múltiplas formas, e quando o assunto é entre um casal, quando ele acontece, não há como escapar de suas inspirações. Ele se manifesta em todas as ações da pessoa, se faz presente e quer presença. Nada vale sem amor, dizem outros, o amor... Continuar Lendo →

PENSANDO NO FILME fará uma pausa

Olá, pessoas amigas, leitoras e leitores, e visitantes que por aqui passam: Como alguns sabem, iniciei este blog em 2009 e em 2011 fiz uma interrupção porque voltei aos bancos da faculdade para fazer um curso de pós-graduação, onde realizei o documentário FIOS. Retornei ao blog no ano de 2015 e neste início de 2018... Continuar Lendo →

Lady Bird

Me chamou a atenção os cortes nervosos. Não pense que a música que conduz uma cena da mãe dirigindo é para te envolver em uma situação de encanto.

VIVA: A Vida é uma Festa

Quem é estranho e assustador, um esqueleto andando ou alguém vivo? Depende de qual ponto de vista. No lugar dos mortos o vivo é o que assusta. Um vivo na terra dos mortos faz literalmente o queixo cair. É a imaginação dos roteiristas de animação que não tem barreiras. Os esqueletos falam, andam como mortais... Continuar Lendo →

Com Amor, Van Gogh

O melhor de tudo: Eu acreditei no filme. Fiquei ansiosa. Esperançosa. Raivosa. Vislumbrada. Para mim, o cenário era real, os personagens reais e Van Gogh às vezes estava lá. Eu fui à pequena Auvers-Sur-Oise, um vilarejo muito próximo a Paris. Era 1891, um ano após a morte do pintor.

A Bruta Flor do Querer, de Dida Andrade e Andradina Azevedo

É um filme para ver de uma “chapada” só. Expressão que uso em decorrência da história, que em quase toda o protagonista está “chapado” ou drogado ou drogando-se, só ou com outro personagem. Neurótico? Diga-me algo psicólogos... https://dailymotion.com/video/x44ibxu Um jovem que após fazer alguns curtas, experimenta o desamor, aparentemente, pela vida, pela carreira, pelas pessoas,... Continuar Lendo →

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