Assim não é, embora pareça. No íntimo de uma profissional competente, cercada de funcionários que a consideram uma "bruxa", por sua rigidez e falta de gentilezas, há uma mulher essencialmente constituída de emoções, negativas e positivas. Margaret (Sandra Bullock), canadense, intimou o seu secretário a se casar com ela para obter o visto americano, pois, sem esse perderia... Continuar Lendo →
“Amnésia”, de Christopher Nolan (Post 5/5)
Referência Sammy x rosebud Lembra de Cidadão Kane, filme de Orson Welles? Neste filme, o magnata quando está morrendo pronuncia uma única palavra que gerou muitas dúvidas para as pessoas que assistiram ao filme; a palavra Rosebud. Depois, vieram a entender o significado, era um brinquedo da época em que o personagem era criança. O termo é pronunciado... Continuar Lendo →
“Amnésia”, de Christopher Nolan (Post 4/5)
Leonard e Teddy Ingênuo, vírgula! Leonard (Guy Pearce), quando mata Jimmy (Larry Holden), não sabe o que fazer com o morto quando Teddy (Joe Pantoliano) chega. Ele fica apavorado quando escuta a chegada de alguém. Naquele momento, o personagem finge e informa ao Teddy que tem um cara ali, como se tivesse esquecido do que acabou de... Continuar Lendo →
“Amnésia”, de Christopher Nolan (Post 3/5)
Teddy Falso ou verdadeiro? É difícil usar o bom senso para escrever sobre esse filme. O que é falso e o que é verdadeiro? Presumo que Teddy (Joe Pantoliano) não seja um policial e que aquele olhar sem cor para Burt (Mark Boone Junior), recepcionista do motel, quando Leonard (Guy Pearce) pergunta se ele é... Continuar Lendo →
“Amnésia”, de Christopher Nolan (Post 2/5)
Extra Descontração entre postagens Jimmy, traficante, é assassinado por Lenny. As roupas do morto passam a ser usadas por Lenny. O carro do morto passa a ser usado por Lenny. Também o revólver do morto. O dinheiro do morto. A namorada do morto. Mas, o sapato não veste em ninguém. Por quê será? Lenny mede... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 7/7)
Chernobil Um jeito poético de falar de coisas tristes [Plugg (Godard) é Enchufes nesta versão em espanhol]. Shakespeare Junior Quinto (Peter Sellars) faz no decorrer do filme uma longa pesquisa, o que me lembra de seu "parente" quando criou o verdadeiro "King Lear", no começo do ano 1600. Mas, a tragédia do Rei Lear de Shakespeare... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 6/7)
Godard: Para fazer um filme É tema recorrente na obra de Jean-Luc Godard a rivalidade entre americanos e franceses, coisas que fazem lembrar as discussões de "quem inventou o cinema". Cineasta, pesquisador, teórico, em seus filmes fala sempre de cinema, do fazer cinema; e este filme é uma boa lição, complexa, porém é. Basicamente, o... Continuar Lendo →
“Rei Lear “, de Jean-Luc Godard (Post 5/7)
Cavalo Paixão pela imagem Jean-Luc fala e repete sobre a importância de uma imagem associada à emoção que ela provoca: "Se a emoção é grande, a imagem é do mesmo tamanho". Palavras e imagens; ouvir e ver. Questões de Godard. Na-da de Shakespeare. Em meio a muitas referências, a outros cineastas, a pintores, época...... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 4/7)
Contracorrente Remando É irônico pensar em Godard relacionado à narrativa clássica. Ele pertenceu ao movimento Nouvelle Vague, que era exatamente contra as regras evidentes no cinema americano, "pai" desse processo narrativo. Refiro-me ao modo de narrar seguindo a ordem de começo, meio e fim. Mesmo assim, vou retirar um exemplo deste filme. Rei Lear de Godard... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 3/7)
Repetição "Rei Lear", de Jean-Luc Godard (Post 3/7) Um modo de estudar, um modo de fazer, um modo de olhar Um filme com duração de 1h30min e que apresenta escrito no meio da tela "Fim" em 1h04min... Quando não é o fim do filme, não é o fim de "nada". É um "estudo". As sequências do... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 2/7)
Atores dois mais dois (frames do filme Rei Lear, Godard) Entre tantos, um estranhamento. Norman Mailer, que aparece escrevendo (Post 1/7), contracena com a filha Kate Mailer (sua filha de verdade). Este casal de personagens que vemos em cenas iniciais desaparecem no decorrer do filme. Não; são trocados. Há uma troca de atores dentro... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 1/7)
Ação! http://www.youtube.com/watch?v=baxkpiOUCu4 (Trecho do filme) Postar ou não postar Pela complexidade do diretor, achei que postaria apenas um breve texto sobre este filme, que não queria deixar de postar. Mas, acabei me envolvendo e fiz sete anotações. Então, serão sete postagens. Esta é a primeira delas. Quebra-cabeças Na introdução - trecho em vídeo, as... Continuar Lendo →
“Sociedade dos Poetas Mortos”, direção Peter Weir (Post 5/5)
Ninguém é perfeito Palavras, ideias e uvas passas O metódico professor de latim, no final de Sociedade dos Poetas Mortos, "tira" os alunos da sala e dá aula andando do lado de fora da escola, como o professor Keating. O cumprimento dos dois, acenando, Prof. Keating o olhando de cima, é sinal que o novo... Continuar Lendo →
“Sociedade dos Poetas Mortos”, direção Peter Weir (Post 4/5)
Tempo Todd Anderson Todd Anderson (Ethan Hawke) acerta o relógio de pulso com o relógio de cabeceira, a seguir o relógio da torre toca exatas cinco horas. Lembrando que cada pessoa tem seu tempo para as coisas... O comportamento de Todd, ao longo do filme, mostra bem essa característica. Todd tem o tempo diferente... Continuar Lendo →
“Sociedade dos Poetas Mortos”, direção Peter Weir (Post 3/5)
Sugestão balança A figura da balança impressa em papel tamanho A4, que aparece debaixo do livro Five Centures of Verse, que Keating pega dentro da cadeira individual na sala de aula após a morte do aluno Neil Perry (Robert Sean Leonard), não está ali por acaso. Nada no filme é por acaso, como sempre vou... Continuar Lendo →