Godard: Para fazer um filme É tema recorrente na obra de Jean-Luc Godard a rivalidade entre americanos e franceses, coisas que fazem lembrar as discussões de "quem inventou o cinema". Cineasta, pesquisador, teórico, em seus filmes fala sempre de cinema, do fazer cinema; e este filme é uma boa lição, complexa, porém é. Basicamente, o... Continuar Lendo →
“Rei Lear “, de Jean-Luc Godard (Post 5/7)
Cavalo Paixão pela imagem Jean-Luc fala e repete sobre a importância de uma imagem associada à emoção que ela provoca: "Se a emoção é grande, a imagem é do mesmo tamanho". Palavras e imagens; ouvir e ver. Questões de Godard. Na-da de Shakespeare. Em meio a muitas referências, a outros cineastas, a pintores, época...... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 4/7)
Contracorrente Remando É irônico pensar em Godard relacionado à narrativa clássica. Ele pertenceu ao movimento Nouvelle Vague, que era exatamente contra as regras evidentes no cinema americano, "pai" desse processo narrativo. Refiro-me ao modo de narrar seguindo a ordem de começo, meio e fim. Mesmo assim, vou retirar um exemplo deste filme. Rei Lear de Godard... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 3/7)
Repetição "Rei Lear", de Jean-Luc Godard (Post 3/7) Um modo de estudar, um modo de fazer, um modo de olhar Um filme com duração de 1h30min e que apresenta escrito no meio da tela "Fim" em 1h04min... Quando não é o fim do filme, não é o fim de "nada". É um "estudo". As sequências do... Continuar Lendo →
“Rei Lear”, de Jean-Luc Godard (Post 2/7)
Atores dois mais dois (frames do filme Rei Lear, Godard) Entre tantos, um estranhamento. Norman Mailer, que aparece escrevendo (Post 1/7), contracena com a filha Kate Mailer (sua filha de verdade). Este casal de personagens que vemos em cenas iniciais desaparecem no decorrer do filme. Não; são trocados. Há uma troca de atores dentro... Continuar Lendo →